Quais ações emergenciais devem ser implantadas para aderência as regras de privacidade de dados?

Muitas empresas precisam se adequar as medidas de segurança e privacidade de dados porem não sabem quais ações de adotar. 

Não existe uma fórmula mágica para desenvolver e implantar as regras de privacidade de dados, mas existem algumas práticas que podem ser adotadas pela grande maioria das empresas. 

Cada empresa possui necessidades diferenciadas, devendo adaptar a implantação à estrutura e volume das operações. 

A avaliação correta e criteriosa dos fluxos existentes na empresa é fundamental para não gastar tempo e dinheiro com ações que não irão atingir o objetivo almejado. Toda empresa deve avaliar o contexto completo de tratamento de dados pessoais como: coleta de dados, processamento, compartilhamento, armazenamento, transferências,  descarte e eliminação. Algumas ações devem avaliadas e adaptadas a realidade da empresa, como exemplo: 

- Definição da Politica de Privacidade; 

- Elaboração de Regimento Interno de colaboradores e terceiros; 

- Definição da Politica de Segurança da Informação; 

- Revisão de termos e clausulas contratuais que amparam a previsão legal do sigilo, confidencialidade e privacidade de dados; 

- Mapeamento dos Dados Pessoais; 

- Diagnóstico e Plano de Ação; - Implantação de Termo de Consentimento ao Tratamento de Dados Pessoais; 

- Relatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais. 

A implantação dos referidos documentos aos processos demonstram a imprescindível BOA-FÉ da empresa em efetivar a governança dos dados e consequentemente transmite maior confiança a todos os Titulares, Parceiros e Terceiros envolvidos nas atividades, através da atuação clara e transparente. Lembramos que, as práticas de proteção e prevenção a incidentes adotadas devem manter-se  permanentemente supervisionadas e reavaliadas, ou seja, é um processo que se inicia e não termina, gerando assim um ciclo de melhoria continua.